quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Bendita Tia Benedita...

Conheci, já há algum tempo, uma senhora de 88 anos, que chamo carinhosamente de Tia Benedita. Comecei a frequentar mais sua casa e pude observar melhor a sua maneira de lidar com a vida.

Para minha surpresa, percebi, em pequenas e simples conversas sobre suas flores e seus biscoitos, os problemas de saúde que foram surgindo com sua família e com ela mesma.

Tia Benedita tem vários filhos. Infelizmente, já perdeu uma filha de 60 anos devido a um câncer e, agora, outra filha está passando pela mesma situação...

Mais uma vez, me surpreendi com sua maneira sábia de lidar com a questão. “A gente tem que ter fé e segurar a onda da família, estou pronta para o que der e vier! A vida é só uma passagem, não vamos levar nada daqui, a não ser os momentos de amor e carinho para com nossos semelhantes. Eu não sei por que as pessoas complicam tanto esta breve viagem”, disse Benedita.

Tenho tantas coisas para falar sobre ela que não caberiam nesta coluna. Em um passeio recente que fizemos juntas, tomamos sorvete, conversamos sobre o calor e a alteração do clima. A tia ficou empolgada com os vários sabores, levou mais de 10 picolés pra casa – e saiu feliz como uma criança!

Voltando ao mundo que chamamos de real... As guerras continuam matando e destruindo pessoas e países, a fome e o desemprego não param de crescer, o individualismo e a cegueira da humanidade aumentam cada vez mais, famílias brigam entre si por uma herança, uma casa – bens materiais que vão ficar...

Enquanto isso, governos gastam bilhões para descobrir se é possível viver em Marte. Pra quê? Não conseguimos viver em paz aqui em nossa casa, nossa linda Terra! E ainda dizem por aí que vivemos no século das maiores descobertas científicas e tecnológicas que poderiam beneficiar a nós mesmos...

PS 1: Enquanto isso, os smartphones estão ficando cada vez mais rápidos e inteligentes e cheios de atualizações...

PS 2: Tia Benedita me ensinou que a borra do café é um ótimo adubo para as plantas!

Publicado em 09/02/2017, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Trumps tupiniquins...

O Brasil sempre foi elogiado e reconhecido por ser um país que recebe, sem discriminação, imigrantes do mundo inteiro. Andamos pelas ruas e facilmente encontramos italianos, japoneses, árabes e portugueses. Sentimos que estamos na famosa “Torre de Babel”.

Porém, a teoria na prática é outra! Quantas vezes você já ouviu ou falou frases do tipo: “Puxa o ´japa´, meu vizinho, é um chato”, ou “Aquele ´branquela´ é um arrogante”. Sem contar outras piadinhas sacanas como: “Quando é que o negro vai à escola?...”, ou “O português atendeu o celular e perguntou: ´Como sabias que eu estava em um motel?´...”

No início é tudo brincadeirinha, depois vira um hábito, uma atitude constante e, num piscar de olhos, você se torna um discriminado ou um discriminador.

Agora, mais do que nunca, a descriminação se tornou coisa de primeiro mundo! O presidente recém-eleito dos EUA, Donald Trump, tem usado do discurso do nacionalismo e da segurança nacional para incitar todo e qualquer tipo de discriminação com os imigrantes em seu país, legais ou ilegais, e até mesmo com seus cidadãos.

Começou a “caça as bruxas”. Alguém se lembra do tempo da inquisição? Se você não fosse adepto da religião predominante em Portugal ou na Espanha ia pra fogueira como herege e bruxa! Nos EUA, os maus elementos são os mexicanos, negros, muçulmanos – todos são culpados até que se prove o contrário.

A história do nosso planeta é feita de guerras e os argumentos para justificá-las sempre foram os mesmos: “O meu povo é melhor que o seu”, ou “A minha religião é a única verdadeira”, “Precisamos preservar a economia nacional”...

E cadê a globalização? A união Europeia está por um fio. Colocam a culpa nos imigrantes. Porém, todo e qualquer país é feito de imigrantes. Será que a culpa não está nos governantes, que usam todo o dinheiro ganho com impostos e o PIB apenas em seu próprio benefício?

PS 1: Cuidado! Os Trumps Tupiniquins logo, logo vão surgir!

PS 2: Viva a pizza, o quibe, o sushi, o acarajé, o beirute, etc., etc., etc...

Publicado em 02/02/2017, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Voltamos à “normalidade”...

Ouvi essa frase de muitos amigos: “Agora que o ano começou, o país vai voltar à ‘normalidade’” – ou seja, bancos vão funcionar normalmente, o funcionalismo público, Fóruns, lojas, shoppings, etc., etc...

Por um momento, concordei. Mas, após uma pequena reflexão, me perguntei: “O que é normalidade”? Será que pegar filas em postos de saúde, falta de transporte coletivo, salários baixos, desemprego e outras “cositas” mais são a nossa normalidade? Ou, talvez, pudéssemos dizer: “voltamos à nossa ‘anormalidade’”?

Bem, também não quero ser uma estraga-prazeres. Agora que ainda muitas crianças e adultos estão de férias, curtindo um solzinho escaldante, chupando um picolé, tomando uma caipirinha, assistindo a todos os jogos de futebol e filmes até tarde da noite. Curtindo o ‘não fazer nada’!

Mas logo em seguida, voltando à “normalidade”, vêm as contas, a lembrança do que nos propusemos a fazer no começo do ano, aulas, trabalho – se estiver empregado –, inflação, alta do aluguel ou mensalidade da casa própria, manter ou não o plano de saúde, medo da falta de atendimento na rede pública de saúde, escola pública ou paga, material escolar, roupas...

UFA! Assim nem eu aguento! Só mais um item: o aumento do salário mínimo... foi mínimo!

Será que toda essa política social e econômica é normal em um país no qual se paga um dos maiores impostos do mundo sobre tudo que usamos, trabalhamos e consumimos?

Para a maioria dos estrangeiros, a palavra coronelismo e o conceito da mesma são muito difíceis de entender – até mesmo para nós brasileiros, onde a figura do “Coronel” faz parte apenas das estórias do Cangaço. Nem percebemos que essa cultura mandatária, desigual e nada democrática, faz parte de nossa “normalidade”.

PS 1: Ah, esqueci, não voltamos à “normalidade” ainda. Daqui a pouco, vem o Carnaval, as Globelezas já estão chegando à nossa telinha...

PS 2: Legal. Dá pra ficar mais um pouquinho com “Alice no País das Maravilhas”...

PS 3: Será que ainda dá pra tomar um cafezinho no final do mês?

Publicado em 19/01/2017, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Vida de cachorro...

Foi-se o tempo em que uma vida difícil era chamada de “vida de cachorro”. Claro que, como todo mundo, eu amo os cães, os gatos e todos os bichinhos de estimação, mas, venhamos e convenhamos, será que estamos trocando nossos amigos humanos por estes seres tão lindos e dóceis? E se for o caso, por quê?

Vivemos em uma das eras mais avançadas da tecnologia, da medicina, do fisiculturismo, lipos, chás emagrecedores, etc., etc... E o nosso coração, nossos sentimentos, nosso espírito? Como estão?

Sentimos um vazio, falta alguma coisa... Aí adotamos cãezinhos, dormimos com eles, vejo muitas pessoas, jovens ou idosas, passeando sozinhas pelas ruas das grandes ou pequenas cidades com seus lindos animais, uns grandes, outros tão pequenos que até cabem na bolsa.

Hoje, temos um pet shop em cada esquina, com banho, tosa, escovação de dentes, terapias homeopáticas, roupinhas – tratamento vip de ponta a ponta, super legal. Estamos nos dedicando como nunca aos nossos bichinhos de estimação, enquanto a relação com outros seres de nossa mesma espécie esta ficando cada vez mais precária! No Facebook e em outros sites de relacionamento, podemos conhecer centenas de pessoas e fazer novos amigos, mas fica tudo no mundo virtual.

Muitas pessoas dizem que sentem solidão, insegurança, medo do seu próprio semelhante. Assim, acham ótimo se relacionar com um bichinho porque ele nunca questiona seu dono, concorda com tudo e, o mais importante, oferece um amor incondicional!

Li uma frase em um artigo sobre esta questão, em que uma mulher dizia: “Cachorro é o único amor que a gente compra”. Uau, a que ponto chegamos... Onde está aquele nosso amigo do peito, nosso parceiro(a), com quem podemos contar sempre, nossos pais, um irmão, nosso vizinho? Eles continuam lá e nós aqui, cada um em sua “casinha”, seguro e a salvo de “críticas e sugestões”.

PS 1: “Se persistirem os sintomas, procure um ser humano”....

PS 2: Se não encontrar algum que fale e ouça, continue insistindo!

PS 3: Em caso de emergência, chame os bombeiros...

Publicado em 12/01/2017, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Começo e fim...

No meio de tantos assuntos políticos e sociais, crise econômica, começo de um novo ano, novas expectativas, inseguranças, etc., etc., etc..., tive uma linda conversa com uma pessoa mais velha e ela me disse: “Nesta vida, é bom aproveitar o meio, pois o começo e o fim, todos sabem, são irremediáveis”.

Um pensamento tão simples e claro me fez refletir bastante sobre a vida. Quando crianças, achávamos que nunca iríamos crescer, nos tornarmos adolescentes, adultos e, então, envelhecemos. Tudo sempre pareceu que era para sempre – até quando arrumamos um emprego, casamos, criamos uma família, fazemos amigos, acreditamos que tudo vai ser eterno, inclusive nossa própria vida!

Dizem que tanto as coisas boas quanto as ruins não duram para sempre. Está aí mais um ditado popular muito sábio. Depois dessas reflexões, me animei bastante, por incrível que pareça – claro que os medos e inseguranças sempre aparecem!

Mas, olhando pelo outro lado da moeda, lembrei, mais do que nunca, que o mais importante é viver “o aqui e agora” – já que o ontem já foi e o amanhã ainda não chegou!

Podemos olhar a vida e o tempo por vários ângulos. Este ano começou, ou o ano passado acabou? Na verdade, o tempo não tem começo nem fim, tudo é uma continuidade.

O que importa é o que vamos fazer com nosso tempo! Este é o meio do caminho. Podemos fazer algo por nós e pelos nossos semelhantes, ou podermos apenas esperar, sentados, o valioso tempo passar...

Manchete de um jornal do dia 3/01/2017: “Governador de MG, Fernando Pimentel, usa helicóptero do Estado para buscar o filho após uma festa de Réveillion”. Só para lembrar, Minas Gerais também está passando por uma calamidade financeira! O governador argumentou que o uso é legal – este voo custaria, ao menos, 4.800 reais...

PS 1: Infelizmente, ainda existem seres humanos que não têm noção alguma do tempo e, além de não fazerem nada de bom com ele, o utilizam para prejudicar milhões de pessoas, sem dó ou consciência!

PS 2: Feliz Ano Novo! Feliz tempo novo!

Publicado em 05/01/2017, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

“O futuro é o minuto seguinte...”

“O futuro é o minuto seguinte, que é tão precioso que a gente chama de 'presente’!” A frase é do ator Francisco Cuoco, 83. Ela nos faz refletir sobre a importância de olharmos para o presente, em todos os instantes da nossa vida.

Lembro-me de quando eu ainda era criança e me perguntava: “Como serei quando ficar adulta? E quando ficar mais velha? Terminar os estudos, escolher uma carreira, o primeiro emprego, namoro, casamento, filhos, netos...”.

Pensando nesta questão, de como nos preocupamos com o futuro, me lembrei de como fiquei impressionada com o depoimento que Cuoco ofereceu à “moçada” do Portal Terceira Idade.

“O tempo passa para todo mundo. O importante é a gente ter cada vez mais consciência de que idade não é um problema, idade é uma consequência. Esqueça os números e os anos. O passado é lindo, ficou lá pra trás, é uma referência importante. O futuro é o minuto seguinte, que é tão precioso que a gente chama de 'presente'. Então, o presente é importante para que você esteja bem, esteja saudável, esteja feliz!”, disse o ator, durante a entrevista.

Assim, gostaria de transmitir a todos vocês, amigos e leitores do Blog do Portal Terceira Idade e do Jornal O DIA, uma mensagem. Que em 2017, olhemos mais para o presente, para as pessoas que estão, hoje, conosco, nossa família, nossos amigos. E, o mais importante, para aqueles que não conhecemos, mas que também são – como já dizia um conhecido sábio, 2000 anos atrás – nossos irmãos.

Desejo uma ótima passagem de ano a todos e que, em 2017, possamos viver mais, sorrir mais, sentir mais e mais, e que todos os brasileiros possam ter os seus direitos respeitados e garantidos!

PS 1: Aproveito a oportunidade para recomendar um belo filme para assistir nesta virada de ano: “Up – Altas Aventuras”, um desenho animado que traz uma mensagem muito comovente!

PS 2: Tudo é possível, ainda mais quando o amor prevalece ao longo de toda uma vida.

Publicado em 29/12/2016, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Até você, Noel?...

Afinal de contas, como surgiu essa figura que atualmente chamamos de Papai Noel? Por que ele está relacionado à essa época em que comemoramos o nascimento de Cristo?

Tudo começou há aproximadamente 1300 anos, no século 4, em Patara, uma cidade na costa sul da Turquia (na época, uma cidade grega), onde nasceu São Nicolau – que não era um gordinho rechonchudo de barba e nem vestia a tradicional roupa vermelha com botas.

A lenda diz que Nicolau jogava moedas de ouro para dentro da janela de um pobre homem que tinha três filhas. Uma versão conta que, misteriosamente, surgiram três sacos de dinheiro em noites consecutivas para que o pai das meninas pudesse pagar o dote e casá-las. Alguns dizem que as moedas eram atiradas chaminé abaixo, e outros, que eram deixadas em meias penduradas na lareira para secar, essa última, uma tradição que continuou até hoje. Ele morreu no dia 6 de dezembro de 343, em Mira, na Turquia.

E como a imagem de São Nicolau, do século 4 na Turquia, se transformou na figura do gorducho bonachão dos comerciais da Coca-Cola de hoje em dia?

Nos anos 1920, a figura do Papai Noel começa a ser utilizada em publicidade, aparecendo em propagandas fumando cigarros Camel e Lucky Strike, vendendo Martini e pasta de dente Colgate, assumindo os traços que conhecemos hoje em dia! Em 1930, se torna o velhinho-propaganda da Coca-Cola.

Para quem quer conhecer o bom velhinho de perto e entregar-lhe pessoalmente sua carta com pedidos de presentes, basta viajar para a fria e gelada Rovaniemi, na Lapônia, uma região que engloba uma parte da Finlândia, Noruega, Suécia e Rússia.

PS 1: Sua “residência/escritório” – que recebe 310 mil turistas e 700 mil cartas por ano – fica na Montanha Korvatunturi, na Finlândia. Anote o endereço: Rovakatu 21, FIN-96200, Rovaniemi, Finlândia. Telefone: 00/xx/358/16/346-270.

PS 2: Desejo um feliz Natal Tropical à todos!

PS 3: Caso você não possa ir à Finlândia, um bom abraço e muito carinho já são um grande presente!

Publicado em 22/12/2016, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Qual é o “pobrema”?...

Você lembra como se sentiu quando leu ou escreveu pela primeira vez? É bem provável que não – parece até que já nascemos lendo e escrevendo! Mas, com certeza, deve ter sido um momento mágico.

Já faz um tempinho que o Ministério da Educação autorizou a publicação do livro “Por uma Vida Melhor”, uma insanidade completa! Volto a falar neste assunto, por que a insanidade continua...

Num país como o Brasil, onde existem milhares de analfabetos e falta de escolas públicas, chega a ser um privilégio poder ler e até escrever. Não bastasse esta realidade cruel, que nossas crianças e adultos vivem há muita e muitas décadas, ainda somos pegos de surpresa por uma nova corrente educacional, que defende a ideia de que não existe certo ou errado na língua portuguesa.

Para este grupo de pessoas, que tem a coragem de se denominar pedagogos, chamar a atenção de um aluno que escreve ou fala gramaticalmente errado é um “preconceito linguístico”. Adotado nas aulas de português para milhões de estudantes do ensino fundamental, o livro “Por uma Vida Melhor” é uma amostra desta insanidade acadêmica.

Heloisa Ramos, uma das autoras desta obra insana, cita no livro: “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro’?’, ou ‘Nós pega o peixe?’. Claro que pode”. O erro crasso de concordância é apenas uma “variação popular”, diz a autora. E mais, ela ainda diz que a língua culta, ou seja, a gramática que rege as regras de nossa língua portuguesa, é um “instrumento de dominação das elites”...

Eu fiquei totalmente pasma com estas afirmações e, pior ainda, saber que o Ministério da Educação autorizou a edição do tal livro e sua distribuição para as escolas públicas.

Banalizar a educação e destituir-se da responsabilidade de propiciar um estudo básico para nossas crianças e jovens carentes até que parece ser uma boa saída para os governantes se eximirem de toda e qualquer responsabilidade ética e moral em relação a tudo o que acontece no Brasil!

PS 1: Meus sentimentos pela morte de dom Paulo Evaristo Arns, ícone progressista da igreja no Brasil.

PS 2: Se você ainda não leu o livro “Ratos e Homens”, de John Steinbeck, este é um bom momento!

Publicado em 15/12/2016, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).