quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Conjunto habitacional “Mãe Terra”

Vivemos um dos maiores momentos de preocupação com a nossa Terra, nosso planeta, nossa casa.

Preocupamo-nos com o ar que estamos respirando, o derretimento das geleiras devido à diminuição da camada de ozônio, o calor excessivo, o frio demasiado, a água que bebemos e as matas devastadas. Enfim, o nosso meio ambiente está sofrendo devido à ganância de grandes fábricas que soltam poluentes, gás carbônico, além de outros produtos tóxicos e experiências feitas em laboratórios escondidinhos, escondidinhos...

Também estamos ficando cada vez mais doentes: diabetes, câncer, etc. Outro detalhe: Você se lembra do que comeu ontem? Será que foi um belo hambúrguer com batatas fritas? Ou um grande sorvete, cheio de caldas e marshmallow?

Tudo bem, você não está cometendo nenhum pecado. Os grandes vilões desta história são as indústrias do açúcar refinado, da carne cheia de hormônios, dos refrigerantes super artificiais, do cigarro – que de tabaco não tem quase nada – e, principalmente, a mídia.

Somos bombardeados com anúncios diariamente, principalmente nos supermercados. Claro que guloseimas são gostosas. Mas elas poderiam ser feitas de maneira diferente. Talvez com açúcar mascavo e farinha integral, com menos corantes, estabilizantes e conservantes?

Claro que sim! Mas onde estaria o lucro das indústrias que fabricam e processam todos esses produtos? Pensei nesta questão, pois não adianta salvar o planeta se não salvarmos a nós mesmos.

Aí vai um trecho da música “O Sal da Terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1981). Com certeza, ela ainda diz mais que mil palavras!

“Terra!
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã
Canta!
Leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com seus frutos
Tu que és do homem, a maçã...
Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois...”


PS: Participe do programa “Nossa Terra, Nossa Casa”...

Publicado em 06/02/2014, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Vale tudo? Pergunte ao Górgias...

Alguém se lembra da belíssima novela ‘Vale Tudo’? Na trama, exibida na TV em 1988, a maravilhosa atriz Beatriz Segall, interpretou o personagem da vilã Odete Roitman, e o grande ator Reginaldo Faria, o papel de Marco Aurélio, também um vilão, ambos com muito poder e dinheiro. Pois bem, o momento que estamos vivendo em nossa terrinha está me lembrando muito o enredo desta novela.

Será Dilma a nossa Odete Roitman? E o Marcos Valério será o Marco Aurélio? Quem será o vilão? Quem será a próxima vítima no noticiário de amanhã?

Toda semana, aparece na mídia um novo escândalo, uma denúncia, uns jogando pedras contra os outros, além de difamações, esquemas de quadrilha, caixa dois, lóbis no planalto...

Agora temos também os “rolezinhos”, “rolezões”, manifestações 24 horas, estudantes que apanham nas ruas, a homofobia correndo solta novamente e matando muita gente, grupos anti-Copa, grupos a favor da Copa – estes ficam quietinhos!

Só para ativar um pouco nossa memória: quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa 2014, toda nossa população aplaudiu de pé! Por quê? Será que, na época, nenhum brasileiro sabia que nosso país não deveria – e nem poderia – gastar nosso dinheiro com este mega evento?

Se olharmos para tudo isso como uma mera história de ficção ou terror, fica muito interessante, uma trama bem caótica. Mas, por acaso, tudo isso é real!

Estamos, praticamente, a um mês do Carnaval e a poucos meses da Copa e, loguinho, loguinho, vêm as eleições! Que maravilha, vai ser o ano do “Caqui Louco” (os chineses afirmam que é o ano do Cavalo...).

Li esses dias sobre um filósofo chamado Górgias, nascido no ano de 483 a.C. Foi considerado um gênio da retórica em sua época, ele acreditava plenamente na persuasão da linguagem! Pela retórica, Górgias provou que a inteligência também poderia ser usada para mentir, seduzir e impressionar!

PS 1: Salve seu Górgias...
PS 2: Nada se cria... Tudo se copia...

Publicado em 30/01/2014, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Por que as borboletas voam?

Todos nós gostaríamos de viver mais de 100 anos. E, naturalmente, com o corpo e a mente em perfeito estado de saúde. Alguns fatores são fundamentais para se chegar bem aos 80 anos, como hábitos saudáveis de alimentação, cuidados físicos e constante atividade mental.

Mas não são somente estes fatores que fazem com que você viva até os 80, ou chegue até os 100 anos. Pesquisadores americanos e italianos publicaram um estudo no começo deste mês na revista Science, mostrando que 150 marcadores genéticos (variações de uma única letra no material genético, espalhadas por todos os cromossomos humanos) permitem determinar, com 77% de precisão, se uma pessoa será centenária.

Nos Estados Unidos, descobriram uma maneira de “rejuvenescer” órgãos em ratos idosos, eliminando as doenças adquiridas ao longo de suas vidas. Testes em humanos ainda demorarão um pouco a chegar, devido ao perigo de desenvolvimento de câncer durante o processo.

Bem, dá para perceber o quanto a ciência e as pessoas estão preocupadas em descobrir a fórmula mágica da longevidade! Porém, parece que esqueceram um pequeno detalhe... Viver com que qualidade de vida? As indústrias farmacêuticas criam, todos os dias, novos remédios para combater nossas doenças, as quais, coincidentemente, também aparecem cada vez mais. Será que existe algum ataque de bactérias alienígenas?

Praticamente toda a África e outros países vivem na completa miséria e sujeira. Vergonhosamente, ainda há pessoas que não conseguem sequer fazer três refeições ao dia.

Parece-me tão óbvio que a ordem dos fatores está invertida, mas, infelizmente, muitas vezes o obvio é o mais difícil de ver, ou não quer ser visto.

Vou encomendar uma pesquisa que descubra como todos os seres humanos poderiam viver com mais valor e decência em nosso planeta...

PS 1: Por que as borboletas voam?
PS 2: Se beber, não dirija, ou se dirigir, não beba?
PS 3: O valor do pensamento não está necessariamente na busca por respostas. São as boas perguntas que movem o mundo!

Publicado em 23/01/2014, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

“Era uma casa muito engraçada...”

Dizem que a nossa casa é o lugar onde vivemos! Então o nosso planeta é nossa casa. O país, a cidade em que vivemos, são nossa casa, também!

Dizem, também, que a casa é um lugar que nos abriga e nos protege do frio, da chuva, do calor... Só que, para existir uma casa, é preciso um teto, quatro paredes, água, luz, esgoto e um bom alicerce!

Bem, parece que nós, brasileiros, definitivamente vivemos em uma casa muito engraçada! A Copa 2014 vem vindo e ainda  temos menos de 50% da infraestrutura pronta, as chuvas não param e não temos nenhuma política pública para as enchentes, a seca vem, não temos irrigação, falta água no litoral durante as férias – os prefeitos da região alegam que os “turistas estão demorando muito para voltar aos seus lugares de origem”...

A população fica doente, não temos hospital, se tiver, não temos vagas, se tiver, não temos equipamento ou remédios, se tiver, não temos médicos... Precisamos chamar os cubanos?

Temos escolas, mas falta o teto, a lousa, o professor, os cadernos, livros... Mas a placa está lá, bem fixadinha em algum lugar.

São tantos itens que faltam para dizermos que moramos em uma “casa” de verdade, que não caberiam neste espaço! Além de não haver casas literalmente para a maioria da população. Ah, existe o projeto “Minha casa, minha vida”... Para descrever melhor essa nossa casa tão engraçada, lembrei-me da música lúdica, porém verdadeira, de nosso querido Vinícius de Moraes:

“Era uma casa
Muito engraçada,
Não tinha teto
Não tinha nada.
Ninguém podia
Entrar nela não,
Porque na casa
Não tinha chão.
Ninguém podia
Dormir na rede,
Porque na casa
Não tinha parede.
Ninguém podia
Fazer pipi,
Porque pinico
Não tinha ali.
Mas era feita
Com muito esmero,
Na rua dos bobos
Número zero”.

PS 1: Enquanto isso, nova lei obriga a  instalação de  simuladores em 3D nas auto-escolas, do Oiapoque ao Chuí...
PS 2: Confirmando meu endereço: Rua dos Bobos, número zero!

Publicado em 16/01/2014, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Horas, minutos, segundos...

Ano novo, vida nova! Acho que é esse o slogan da Globo. Eu já estou planejando um monte de coisas: dormir melhor, me alimentar bem, fazer caminhadas, amar mais, cuidar mais de mim e dos outros, etc... Dizem que é sempre assim: é como começar um caderno novo no primeiro dia de aula!

Aí começa o dia a dia, a rotina, o trabalho, a casa e por aí vai. E a nossa desculpa é sempre a falta de tempo! Mas que tempo o tempo tem? Pergunta meio estranha. Você já pensou que os minutos, segundos e horas nunca param de passar?

Estamos sempre atrasados ou em cima da hora. Eu ainda não entendo bem o tempo... Quanto tempo eu tenho deixado livre para mim mesma, para as coisas que eu gosto de fazer, ou mesmo para não fazer nada?

Você já brincou de bolhas de sabão? Elas são tão lindas e frágeis. Sua existência é de apenas alguns milésimos de segundo, porém a satisfação em vê-las e soprá-las é imensa. Talvez o tempo seja assim também: frágil e invisível, medido, na sua essência, pela nossa satisfação e deleite e não pelos nossos relógios, despertadores e bate-pontos escravizantes!

Os anos são apenas um sequência de milésimos de segundo que nunca param. O que se repete são as datas e horários que estipulamos ou que nossa sociedade pré-determina para nós: Ano Novo, Carnaval, Páscoa, Finados, etc, etc...

Você decide... Vai usar seu tempo – mesmo que tenha que abrir mão dele várias vezes – da maneira que você achar melhor, ou vai deixar que os outros determinem todos os minutos e segundos da sua vida?

Eu já estou planejando um monte de coisas e ainda não consegui fazer tantas outras... Que loucura!

PS 1: Aproveite o tempo que é seu! O ciclo da vida não para. As plantas nascem, crescem, envelhecem...
PS 2: Nós também!

Publicado em 09/01/2014, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Achei o endereço do Papai Noel!

“Papai Noel existe?” Essa é a pergunta que todos nós já fizemos um dia para os nossos pais. Mas, afinal de contas, como surgiu essa figura que atualmente chamamos de Papai Noel?

Tudo começou há aproximadamente 1300 anos, no século 4, em Patara, uma cidade na costa sul da Turquia, onde nasceu São Nicolau.

São Nicolau – que não era um gordinho rechonchudo de barba e nem vestia a tradicional roupa vermelha com botas – ficou conhecido por se desfazer de sua riqueza dando presentes anonimamente no meio da noite e que, assim, teria originado e personificado o próprio Papai Noel.

Mas como a imagem de São Nicolau se transformou na figura do gorducho bonachão, utilizada até em comerciais da Coca-Cola de hoje em dia?

Sua história vai desde o século 10, na Rússia, onde é eleito o santo favorito daquele país, até os anos 1860, quando ganha o nome de “Santa Claus” – como é conhecido nos Estados Unidos –, uma adaptação de “Sinterklaas” (São Nicolau, em holandês). Ele ganha peso e barba, com gorro e trajes vermelhos folgados, através dos desenhos do chargista político norte-americano Thomas Nast.

Nos anos 1920, a figura do Papai Noel é utilizada em publicidade, aparecendo em propagandas – pasmem! – fumando cigarros Camel e Lucky Strike, vendendo Martini e pasta de dente Colgate. Nos anos 1930, se torna o velhinho-propaganda da Coca-Cola.

Após ter sido considerado mundialmente como finlandês, a partir de um programa de rádio infantil da Finlândia, em 1927, o país criou, oficialmente, a residência do Papai Noel. Hoje em dia, para visitar o Papai Noel – sim, isso é possível! –, basta viajar para a fria e gelada Rovaniemi, na Lapônia, uma região que engloba uma parte da Finlândia, Noruega, Suécia e Rússia.

Se você quiser escrever para ele, anote o endereço oficial do bom velhinho: Rovakatu 21, FIN-96200, Rovaniemi, Finlândia. Seu escritório recebe 310 mil turistas e 700 mil cartas por ano.

Depois disso tudo, você ainda não acredita em Papai Noel?

PS 1: Será que nossos governantes já escreveram para o endereço acima pedindo votos para a próxima eleição?
PS 2: Eu vou escrever pra ele e pedir uma bicicleta nova...

Publicado em 19/12/2013, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O último pedacinho do bife...

Muita gente – eu, inclusive – tem o hábito de ir “reservando” aquele último pedacinho do bife (ou lasanha, ou um bom pedaço de torta, doce ou salgada) no prato, enquanto está comendo. Acho que é para termos a impressão de que estamos “guardando” para o final aquele momento, para que possamos nos lembrar, depois, daquele sabor, na tentativa de “esticar” ao máximo a lembrança da sensação de prazer por mais tempo...

E tem gente que fica brava – muitas vezes, bem brava – quando alguém vem e dá uma garfada naquele último pedacinho do seu prato, tirando-lhe o que era “seu de direito”.

Escrevo sobre isso não porque esteja com fome, ou perto da hora do almoço, mas, sim, porque me lembrei desta situação enquanto conversava com uma amiga minha que estava em viagem, a trabalho, num país bem distante, na América do Norte.

Conversava com ela pelo Skype, e notei que, passadas já algumas semanas, ela estava ficando cansada. Apesar de os contatos relativos ao seu trabalho estarem indo bem, ela estava triste por estar perdendo as forças – o frio intenso do inverno do Norte também não facilitava muito a situação.

Na tentativa de amenizar a sensação de cansaço e tristeza dela, contei-lhe o exemplo acima, comparando os bons momentos que uma viagem como essa, que não acontece todos os dias, proporciona. Mesmo sendo a viagem a trabalho, ela estava tendo a oportunidade de ver novos lugares, conhecer novas pessoas, enfim, tendo a chance de viver e curtir coisas diferentes. E que seria bom ela reservar, num cantinho de sua mente, essas sensações, e guardá-las, pois, em breve, sua jornada terminaria e, na sua volta, ela poderia curti-las mais um pouquinho. Pra não ficar, depois, com aquele pensamento: “puxa, lá eu estava tão cansada... pena que eu não curti direito aquela pessoa ou aquele lugar...”.

O mesmo vale para todos nós, que, muitas vezes, por estarmos estressados com nosso dia a dia, seja no trabalho ou em casa, aproveitamos mal um bom passeio ou aquela visita a um bom amigo.

A vida, como uma viagem, passa rápido. Por isso, lembre-se, sempre, de “reservar” todos os momentos como se fossem os últimos. Assim, poderemos curtir tudo como se fosse aquele “último pedacinho do bife”.

Publicado em 12/12/2013, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Monte Everest

No último dia 14 de novembro celebrou-se o Dia Mundial do Diabetes. A data, criada pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, em inglês) em parceria com a OMS (Organização Mundial da Saúde) em 1991, tem o objetivo de alertar a população para o aumento da incidência do diabetes no mundo.

Segundo a IDF, existem 371 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 13,4 milhões estão no Brasil, país que ocupa o quarto lugar no mundo em número de casos.

Para mostrar ao mundo que o diabetes não impede ninguém de fazer tudo o que quiser, quatro jovens brasileiros diabéticos aceitaram o desafio de escalar o Monte Everest – a montanha mais alta do mundo, com uma altitude de 8.848 metros, situada na Cordilheira do Himalaia na fronteira do Nepal com o Tibete – e provar que a doença não os impede de levar uma vida normal, podendo inclusive praticar esportes radicais.

Rodrigo Ferreira, de 32 anos, Viviane Alano, 26, Letícia Socoloski, 24, e Tomás Boeira, 20, todos com diabete tipo 1, são integrantes do Instituto da Criança com Diabetes (ICD), sediado em Porto Alegre (RS), e participam de um grupo de corrida. Nenhum, porém, havia praticado alpinismo antes. A viagem de 22 dias, realizada entre os dias 18 de outubro e 8 de novembro, faz parte do projeto “Diabéticos sem Fronteiras”, liderado pelo alpinista espanhol Josu Feijoo, o primeiro diabético a escalar o ponto mais alto do mundo.

“Há o preconceito de que diabéticos não podem fazer atividades físicas, mas uma história como a nossa mostra que é possível superar os limites”, declara Rodrigo, que passou por um treinamento intensivo de dois meses para enfrentar condições extremas da expedição, como: ar rarefeito, frio extremo e avalanches de neve.

PS. Falando em desafios, na semana passada escrevi sobre os mais de dez mil brasileiros que se candidataram a uma viagem sem volta para colonizar o planeta Marte, quando sugeri que nossos políticos poderiam estar na lista de candidatos do primeiro voo do projeto... Bem que eles poderiam criar o “Políticos sem Fronteiras” e irem – numa viagem só de ida – ao Everest. Acredito que muita gente agradeceria a iniciativa...

Publicado em 05/12/2013, na coluna ´Formador de Opinião´ do Jornal ´Bom Dia´, da Rede Bom Dia (às quintas-feiras, a coluna é escrita por Tony Bernstein).