Segundo a IDF, existem 371 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 13,4 milhões estão no Brasil, país que ocupa o quarto lugar no mundo em número de casos.
Para mostrar ao mundo que o diabetes não impede ninguém de fazer tudo o que quiser, quatro jovens brasileiros diabéticos aceitaram o desafio de escalar o Monte Everest – a montanha mais alta do mundo, com uma altitude de 8.848 metros, situada na Cordilheira do Himalaia na fronteira do Nepal com o Tibete – e provar que a doença não os impede de levar uma vida normal, podendo inclusive praticar esportes radicais.
Rodrigo Ferreira, de 32 anos, Viviane Alano, 26, Letícia Socoloski, 24, e Tomás Boeira, 20, todos com diabete tipo 1, são integrantes do Instituto da Criança com Diabetes (ICD), sediado em Porto Alegre (RS), e participam de um grupo de corrida. Nenhum, porém, havia praticado alpinismo antes. A viagem de 22 dias, realizada entre os dias 18 de outubro e 8 de novembro, faz parte do projeto “Diabéticos sem Fronteiras”, liderado pelo alpinista espanhol Josu Feijoo, o primeiro diabético a escalar o ponto mais alto do mundo.
“Há o preconceito de que diabéticos não podem fazer atividades físicas, mas uma história como a nossa mostra que é possível superar os limites”, declara Rodrigo, que passou por um treinamento intensivo de dois meses para enfrentar condições extremas da expedição, como: ar rarefeito, frio extremo e avalanches de neve.
PS. Falando em desafios, na semana passada escrevi sobre os mais de dez mil brasileiros que se candidataram a uma viagem sem volta para colonizar o planeta Marte, quando sugeri que nossos políticos poderiam estar na lista de candidatos do primeiro voo do projeto... Bem que eles poderiam criar o “Políticos sem Fronteiras” e irem – numa viagem só de ida – ao Everest. Acredito que muita gente agradeceria a iniciativa...

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