Com todas as catástrofes que têm ocorrido no mundo – enchentes, furacões, terremotos, além das guerras constantes e incoerentes –, acho que, mais do que nunca, esse é um momento para pensarmos e refletirmos sobre essa questão.
Segundo a autora do livro, Judith Viorst, “essas perdas são necessárias porque, para crescer, temos de perder, abandonar e desistir” e “não se pode ser um indivíduo separado, responsável, com conexões, pensante, sem alguma desistência, alguma renúncia”.
Parece, a princípio, uma visão um tanto quanto dura da vida... Mas, afinal, o que é viver? O que é perder ou ganhar? Tudo é tão relativo e frágil...
Quem sabe, no momento da perda, possamos nos encarar de frente – sem a máscara e o figurino típico e “adequado” a cada local de trabalho ou situação – e desnudar-nos, criando a possibilidade de reconhecer-nos, literalmente, de novo.
Quem nunca perdeu algo ou alguém que atire a primeira pedra! Sabemos que o curso de nossa vida é marcado por repetições e continuidades, porém dificilmente aceitamos mudanças, sejam elas fatais ou mesmo benéficas.
“Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz!”
Trecho de uma das músicas de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha (1945-1991).
PS 1: As únicas perdas que considero verdadeiras e inevitáveis são as de nossos amigos e entes queridos nesta nossa passagem tão curta!
PS 2: Tento manter um equilíbrio nesta “gangorra da vida” e seguir em frente!
PS 3: Meu respeito ao Dia de Finados.

Costumo pensar que nossos queridos estão em outra dimensão a nossa espera e por enquanto vamos curtindo nossas lembranças para aplacar a saudade;
ResponderExcluirAbraço!
Sonia
Muito bom. Viver não é fácil não, sempre me sinto perdendo algo. Um abraço 💙🌹
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