Segundo o censo de 2012 dos EUA, 44% da população está solteira, uma média de 102 milhões de pessoas. “As pessoas querem muito transar”, disse Michael Raven, um dos fundadores do Tinderus, um serviço de consultoria que, por US$ 50, trabalha seu perfil no Tinder para torná-lo mais atraente. “Uma tendência que estou vendo é que, particularmente do lado feminino, o nível está subindo. Acesso instantâneo a encontros e sexo em potencial significam que podemos ver tudo que há disponível”.
Esse é um tema com que David Buss, autor de ‘The Evolution of Human Desire: Strategies of Human Mating’, concorda – apesar de ser um pouco mais cauteloso ao discutir o tópico. “Uma previsão quase certa é que mulheres de nível universitário vão achar cada vez mais difícil achar bons parceiros”, afirma.
Sarah Mick, chefe de produtos e design da Tinderus, diz que o mundo dos encontros on-line costuma ser “desequilibrado”. Acrescenta que provavelmente veremos um aplicativo mais invasivo e aprofundado em breve – um que peça “medidas de cintura, seios, pênis, tudo no aplicativo, pronto para que os usuários escolham o parceiro ideal”. Na corrida entre essas ferramentas baseadas em localização, ele aponta o Happn como o “primeiro aplicativo de massa a integrar tecnologia de ponta de maneira interessante”, apesar de achar que a capacidade de ver a distância em que está a pessoa lhe enviando a mensagem é “relativamente assustadora”!
Uau!! Que loucura! Será que ninguém vai ter mais vontade ou coragem de sair por aí, em um barzinho, uma festa, um cinema e casualmente conhecer alguém ao vivo e em cores?
PS: Acho que vou procurar o Zoológico mais próximo e tentar conversar com os supostos animais que ainda vivem a vida de uma maneira mais humana que nós!

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