Sim, isso mesmo... Menos da metade da população se declarou branca na pesquisa. É a primeira vez que isso acontece desde que o censo passou a ser organizado pelo IBGE, em 1940.
Ao todo, 91.051.646 habitantes se dizem brancos, enquanto outros 99.697.545 se declaram pretos, pardos, amarelos ou indígenas. Os brancos ainda são a maioria (47,33%) da população, mas a quantidade de pessoas que se declaram assim caiu em relação a 2000, quando foi de 53,74%. Em números absolutos, foi também a única categoria que diminuiu de tamanho em relação ao Censo 2000.
Por outro lado, em dez anos, a porcentagem de habitantes que se classificam como pardos cresceu de 38,45% (65,3 milhões) para 43,13% (82,2 milhões). Já os pretos subiram de 6,21 % (10,5 milhões) para 7,61% (14,5 milhões) da população brasileira. O Brasil também tem mais moradores que se consideram amarelos (1,09% ou 2,1 milhões). No Censo 2000, apenas 0,45% (761,5 mil) se classificavam assim. Em dez anos, o número de amarelos superou o de indígenas, que subiu de 734,1 mil para 817,9 mil.
Bem, uma coisa fica muito evidente nesse levantamento: o Brasil é um país onde não podemos aceitar o racismo – velado, porém presente. Somos uma nação construída a partir de muitas “misturas”, uma delas, como sabemos, a partir dos milhares de escravos trazidos para cá em séculos passados. Todos nós somos o resultado da miscigenação de negros, orientais e índios, sem falar das dezenas de culturas que aqui vieram e moldam o nosso País: italianos, portugueses, japoneses, entre outras.
PS. Você já ouviu falar que a “mãe” da espécie humana era uma mulher – curiosamente chamada de Eva – e que vivia na África, há aproximadamente 140 mil anos atrás?

meu comentário, É sobre os trens da cptm da linha 07 Rubi. é um tormento vir de Francisco morato para São Paulo e voltar para F. morato.A CPTM,com os trens muito demorado, muitas paradas, poucos trens,trens lotado que não da para mexer os pés, trens pequeno. os usuários se sente umilhado, é umilhante pagar para sofrer nos trens, com o pouco caso É isso que eu sinto e o que sofro todos os dias
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