Em 8 de março daquele ano, as funcionárias de uma fábrica de Nova Iorque decidiram fazer uma grande greve reivindicando melhores condições de trabalho, diminuição da jornada (que na época era de 16 horas) e salários iguais ao dos homens, o que infelizmente ainda não mudou muito nos dias de hoje! A manifestação foi reprimida com brutal violência As funcionárias foram trancadas dentro da fábrica, que, em seguida, foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas.
Desde a criação do Dia Internacional da Mulher, muita coisa mudou: as mulheres começaram a ter espaço, mesmo que a duras penas, na política, no trabalho e na educação. O direito de votar e de serem eleitas para cargos nos poderes executivo e legislativo só foi aceito no Brasil em 1932.
Nas décadas de 60 e 70, surgiram os movimentos feministas, foi criada a pílula, acabaram com o “soutien de bojo”, mulheres começaram a ocupar cargos políticos e também diretorias e gerências em empresas privadas.
Hoje, encontramos na história do mundo mulheres reconhecidas pelas suas lutas, pesquisas e artes, tais como: Indira Ghandi, Madre Teresa, Virginia Woolf, Evita Peron, Ella Fitzgerald, Chiquinha Gonzaga, Maria Bonita, entre muitas outras.
Não deixe que a mídia banalize e diminua a mulher, que na maioria das vezes ainda é mais conhecida como “Mulher Pêra”, “Mulher Melancia, “Tiazinha”, “Feiticeira”, etc., do que pelo seu talento e seu trabalho!

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